quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Que tenha muitos desejos!



"Quem teve a idéia de cortar o tempo em fatias,  a que se deu o nome de ano, foi um indivíduo genial.
Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no limite da exaustão.
Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos. Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez com outro número e outra vontade de acreditar que daqui para adiante vai ser diferente...

Para você...
Desejo o sonho realizado.
O amor esperado.
A esperança renovada.


Para você,
Desejo todas as cores desta vida.
Todas as alegrias que puder sorrir.
Todas as músicas que puder emocionar.

Para você neste novo ano,
Desejo que os amigos sejam mais cúmplices,
Que sua família esteja mais unida,
Que sua vida seja mais bem vivida.

Gostaria de lhe desejar tantas coisas. Mas nada seria suficiente...
Então, desejo apenas que você tenha muitos desejos.
Desejos grandes e que eles possam te mover a cada minuto, ao rumo da sua felicidade!"

[Drummond.]

Um excepcional 2011 a cada um! Que este seja o ano do "ousar", do melhorar, do evoluir!
do olhar pra trás e lembrar das liçoes aprendidas, do olhar pra frente e encontrar sempre força e coragem pra continuar! Muitas felicidades a todos!

[Daisy Lima.]

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quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Fé no que virá...



"Ontem o menino que brincava me falou
Que hoje é semente do amanhã
Para não ter medo que esse tempo vai passar
Não se desespere não, nem pare de sonhar
Nunca se entregue, nasça sempre com as manhãs
Deixe a luz do sol brilhar no céu do seu olhar
Fé na vida, fé no homem, fé no que virá
Nós podemos tudo
Nós podemos mais
Vamos lá fazer o que será..."

[Gonzaguinha- Sementes do Amanhã]

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Metamorfoses de um ano...

é sempre maravilhoso pensar na renovação física, mental e espiritual que um novo ano pode nos proporcionar.
com o inicio de um novo ano, renovamos nossas perspectivas, refazemos nossos propósitos, ambicionamos novas conquistas... é como renascer.
mas é sempre bom que deste renascer, não se apaguem as lembranças do ano que se passou;
um ano é tempo demais: 360 dias, um total  de quase 52 semanas... e, por mais que passe rápido (este passou num piscar...), acaba sendo tempo demais para que tudo aconteça com perfeição. é... sempre temos que aprender  a lidar com o inesperado, com as adversidades, com os contratempos.


Olhando pra trás...
não, o ano que se passou não foi fácil.
também não digo que foi difícil, mas desafiador. gosto dessa palavra. ^^
foi um ano sem tempo de pensar para tomar decisão; tipo: se o destino te convida, diga sim ou não, LOGO.
e eu, pessoa tão acostumada a ponderar tudo, tão cuidadosamente, obriguei-me a entrar no ritmo.
algo ficou pelo caminho, mas como já havia dito, nada é perfeito.
2010 certamente foi um ano revelador. descobri pessoas (inclusive a mim mesma); superei medos; aceitei desafios; decepcionei e fui decepcionada (porque quem espera tem esse destino mesmo); continuei esperando de mim e dos outros (contrariando o planejado); sorri; doí; atingi metas; desisti muito; mas passei.

Aprendi...
principalmente... a ser auto-paciente, a respeitar o meu tempo e a admirar quando as coisas acontecem com espontaneidade, porque é simplesmente assim que deve ser, apesar de tanta atribulação.

esse ano, foi um ano de "suavizar o traço"... descobrir que apesar de paracer o oposto, tenho sim, a minha fortaleza, assim como sou mais frágil do que pensei... e mais que isso: descobri que fragilidade não é sinônimo de vulnerabilidade, o que é sempre importante de se distinguir.
outro aprendizado importante é que não podemos tratar o passado como se o mesmo jamais houvesse ocorrido (pois ele vem nos revelar lições que precisávamos aprender), assim como não é permitido ficar revivendo-o, isso é auto-sabotagem.
algo que revelou-se em mim muito mais forte do que jamais pensei foi a capacidade de correr atrás do que almejo. me impressionei a cada instante. e no meio de tudo... sabe o que percebi? às vezes queremos errado, e quando queremos errado, isso acaba esbarrando na questão do amor próprio. jamais, em tempo algum, passe por cima de  si mesmo por nada nem por ninguém. se a situação te "obriga" a fazer isso, é porque definitivamente, aquilo não vale a pena ser possuído.
pegando um gancho nesse assunto... quem aí nunca ouviu falar que o tempo cura todas as coisas?! é... descobri que isto é sim, verdade. MAS... uma verdade pela metade. o AMOR sim, cura todas as coisas! e não estou falando apenas daquele amor que uma pessoa sente por outra, mas daquele de conviver consigo mesmo e aprender a se admirar, se respeitar, se considerar importante e acima de tudo, insubstituível. este, impreterívelmente, é o que chamamos de amor próprio. mas calma! não vamos transformar isso aqui numa ode ao narcisismo!
esta é uma outra lição... este ano também me trouxe a oportunidade de aprender o significado da palavra narciso. narciso é aquele que não tem capacidade de perceber ninguém além (dele). muito o contrário do que muitos pensam, narciso não tem lá essa auto-estima toda, não. o narciso é bonito de se ver. e só. a aparencia do narciso atrai, mas como só tem tempo de olhare pensar em si, porque seu umbigo é  sempre o centro de tudo... o narciso não tem mais nada. nada a perder, nada a ganhar... lava as mãos com facilidade, não se apega nem se entrega a nada, é imparcial aos sentimentos alheios. e não! narciso não suporta a própria presença. odeia ficar só. tem que estar rodeado de pessoas que o digam o quão importante e guapo ele é. narciso tem ego inflado, e precisa de quem fique soprando o tempo inteiro. sim, porque narciso é vazio. de tudo.
mas este ano me trouxe revelações além.
descobri que...
diazinhos fumê seeeempre existirão,por mais otimista que eu tente ser. cabe a você saber o que fazer deles. sol ou chuva, é preciso continuar!
e fugir de unanimidades e fatos definitivos é sempre aconselhável, pelo menos "até amanhã!"
e que palavras não voltam, por isso, escolhê-las, bem como a hora de pronunciá-las é fundamentalmente importante na manutenção de quaisquer relacionamentos. palavras são como um colar... ao escolher cada peça é necessário senso de estética, o que no caso equivaleria a conveniência.
mas... aprender a calar, às vezes tem mais valor que qualquer palavra bem escolhida. isso, eu preciso praticar mais e mais.
é... não cabe aqui, mas uma meta pro ano que vem é ser algo mais controlada (principalmente com as palavras).
mas, voltando as descobertas...
descobri que mesmo que você tente agir da maneira mais correta com as pessoas, vai sempre aparecer alguém pra te sacanear. é, é triste mas é uma realidade. e você vai ter que ter cautela e sabedoria de parar e ver que esse tipo de pessoa jamais merecerá receber no mesmo tipo de moeda, porque isso seria corromper-se, quando o seu real objetivo de vida é melhorar-se.


descobri que ao contrário de outras, há pessoas que podem te surpreender. te estender a mão quando você menos espera e te dar um apoio que você não sabia existir, te mostrar um lado diferente da vida.
decobri que é possível conviver com pessoas que têm ideais distintos dos meus, é só uma questão de respeito aos limites de cada um. é despir-se de preconceitos.
descobri que cativar é importante, e simples. um sorriso, uma palavra, um olhar. tudo pode se tranformar numa conquista.
descobri que com palavras ásperas e atitudes impensadas, afasto mesmo os que me amam com tudo.
descobri que cantar salva-me todos os dias.
descobri que escrever liberta-me todos os dias, e que haviam asas que eu não conhecia. e como é bom estar aqui!!!


Perspectivas leves...
continuar tentando não esperar. (essa é uma meta antiga, mas que ainda deve ser explorada).
trabalhar minha espiritualidade, no intuito de convencer-me de que se a matéria perece, a alma é etérea. sinto que será um grande, talvez o maior desafio do ano.
falar menos, fazer mais.
espero sempre ser uma pessoa que revê seus conceitos, que medita, que pede perdão quando erra, e que acima de tudo perdoa. quero ser melhor em todos os sentidos. não tanto por mim, mas pelos que amo. espero a eles, somar, sempre.
espero poder me entregar mais, estar pelo menos 100% dentro do que me proponho a fazer, apesar de todas as decepções do ano que passou.
espero que de alguma forma, as pessoas possam sair um pouco da descrença em que se encontram em relação a tudo, e que eu possa fazer parte disso, inclusive...                                                            
E que no ano que nasce eu possa não ter mais a minha impressionabilidade ferida sobre o que um ser humano pode fazer a outro. Não pela perda de sensibilidade... mas porque acredito que o espírito de renovação que o novo ano nos traz pode nos tornar pessoas melhores, tanto de ser quanto de enxergar o outro.



Deus é um Pai bom e misericordioso. e só temos a agradecê-lo.
às vezes negligenciamos o milagre diário que ele nos permite viver. somos seres em constante aprenzidado. por isso, erramos diariamente. mas Deus, em sua bondade infinita nos permite recomeçar. a cada dia que nasce, a cada nova pessoa que é colocada em nossos caminhos, a cada ano que se renova, até mesmo a cada nova provação que nos propõe, permitindo nos renovar também. erramos, erramos muito. mas no milagre divino somos possibilitados de nos perdoar e sermos perdoados, e ainda, de repararmos o erro, e não cometê-lo novamente. porque diariamente nos serão colocadas novas provas e novas pessoas, e essas devem ser vistas como chances de não errarmos mais e de demonstrarmos a lição aprendida, fazendo o bem. obrigada, Pai, por nos dar sempre uma nova chance!


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Pó de Crê...

Porque acreditar, vicia! ^^

Nunca, em tempo algum, nada nem ninguém jamais me fará parar de acreditar.
é, sim, um bombardeio de palavras que negam... mas a última é a que importa!
porque quem acredita... olha pra frente.

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terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Feliz Páscoa?!



Hoje lembrei de um dia de outubro, meados, acho.
Havia saído com a minha mãe para fazer não sei o que... Quando nos deparamos com uma vitrine repleta de enfeites de natal. Pensei: mas é outubro! E indignei-me.
Se isso servisse pra despertar o espírito natalino nas pessoas, ficaria calada.
Mas isso só acorda o consumismo, cada vez mais exageradamente
Esse tipo de coisa só serve mesmo pra afetar mais ainda os distúrbios de ansiedade alheios!
Porque o que nos mata é esse mar de expectativas sobre o futuro... chega a ser desconfortável, quando você é um ser autolimitante. E sabemos... por mais que tentemos trabalhar isso, cada um tem sim, seus limites, suas fraquezas...

E ainda há que venha perguntar os planos pro ano que vem! Se este ainda nem morreu! rs

Bom... os planos pro ano que vem são: aprender a não fazer planos!
Ir curando aos poucos essa ansiedade multiplicante. Aprender a podá-la. Esse é o grande desafio.
Eu voto por vivermos um dia (ou pelo menos um mês) de cada vez... vamos?

Porque hoje, metade de mim é dezembro, e  a outra metade, também!
Boas Festas! e... que seja doce! ;*


***


Meu jingle favorito... ^^



Quero ver
você não chorar
não olhar pra trás
nem se arrepender do que faz...

Quero ver
o amor vencer
mas se a dor nascer
você resistir e sorrir...

Se você
pode ser assim
tão enorme assim
eu vou crer...

Que o Natal existe
que ninguém é triste
que no mundo há sempre amor...

Bom Natal um Feliz Natal
muito Amor e Paz pra Você...
pra VOCÊ.



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quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

então, que seja doce...



[...]
"Todas essas coisas de que falo agora - as particularidades dos dragões, a banalidade das pessoas como eu -, só descobri depois. Aos poucos, na ausência dele, enquanto tentava compreendê-lo. Cada vez menos para que minha compreensão fosse sedutora a ponto de convencê-lo a voltar, e cada vez mais para que essa compreensão ajudasse a mim mesmo a... Não sei dizer. Quando penso desse jeito, enumero proposições como: a ser uma pessoa menos banal, a ser mais forte, mais seguro, mais sereno, mais feliz, a navegar com um mínimo de dor. Essas coisas todas que decidimos fazer ou nos tornar quando algo que supúnhamos grande acaba, e não há nada a ser feito a não ser continuar vivendo.
Então, que seja doce. Repito todas as manhãs, ao abrir as janelas para deixar entrar o sol ou o cinza dos dias, bem assim: que seja doce. Quando há sol, e esse sol bate na minha cara amassada do sono ou da insônia, contemplando as partículas de poeira soltas no ar, feito um pequeno universo, repito sete vezes para dar sorte: que seja doce que seja doce que seja doce e assim por diante. Mas, se alguém me perguntasse o que deverá ser doce, talvez não saiba responder. Tudo é tão vago como se fosse nada.
Ninguém perguntará coisa alguma, penso. Depois continuo a contar para mim mesmo, como se fosse ao mesmo tempo o velho que conta e a criança que escuta, sentada no colo de mim. Foi essa a imagem que me veio hoje pela manhã quando, ao abrir a janela, decidi que não suportaria passar mais um dia sem contar esta história de dragões. Consegui evitá-la até o meio da tarde. Dói, um pouco. Não mais uma ferida recente, apenas um pequeno espinho de rosa, coisa assim, que você tenta arrancar da palma da mão com a ponta de uma agulha. Mas, se você não consegue extirpá-lo, o pequeno espinho pode deixar de ser uma pequena dor para transformar-se numa grande chaga.
Assim, agora, estou aqui. Ponta fina de agulha equilibrada entre os dedos da mão direita, pairando sobre a palma aberta da mão esquerda. Algumas anotações em volta, tomadas há muito tempo, o guardanapo de papel do bar, com aquelas palavras sábias que não parecem minhas e aquelas outras, manchadas, que não consigo ou não quero ou finjo não poder decifrar.
Ainda não comecei.
Queria tanto saber dizer Era uma vez. Ainda não consigo. Mas preciso começar de alguma forma. E esta, enfim, sem começar propriamente, assim confuso, disperso, monocórdio, me parece um jeito tão bom ou mau quanto qualquer outro de começar uma história. Principalmente se for uma história de dragões. Gosto de dizer tenho um dragão que mora comigo, embora não seja verdade. Como eu dizia, um dragão jamais pertence a nem mora com alguém. Seja uma pessoa banal igual a mim, seja unicórnio, salamandra, harpia, elfo, hamadríade, sereia ou ogro. Duvido que um dragão conviva melhor com esses seres mitológicos, mais semelhantes à natureza dele, do que com um ser humano. Não que sejam insociáveis. Pelo contrário, às vezes um dragão saber ser gentil e submisso como uma gueixa. Apenas, eles não dividem seus hábitos. Ninguém é capaz de compreender um dragão. Eles jamais revelam o que sentem. Quem poderia compreender, por exemplo, que logo ao despertar (e isso pode acontecer em qualquer horário, às três da tarde ou às onze da noite, já que o dia e a noite deles acontecem para dentro, mas é mais previsível entre sete e nove da manhã, pois essa é a hora dos dragões) sempre batem a cauda três vezes, como se estivessem furiosos, soltando fogo pelas ventas e carbonizando qualquer coisa próxima num raio de mais de cinco metros? Hoje, pondero: talvez seja essa a sua maneira desajeitada de dizer, como costumo dizer agora, ao despertar - que seja doce.[...]"

[Caio F. Abreu]
 
 
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terça-feira, 21 de dezembro de 2010

E se alguém me achar...



"Perder-se é uma maneira de fazer novos caminhos e quebrar a rotina. 
Ninguém acha um atalho sem se perder antes."


(mas...) "Se alguém me achar, me devolva."
 [Carpinejar.]



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segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Capitolices...

 



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would you please... glue me up?!

é, voltei! \o/
afinal de contas, já basta dessa abstinência de palavras, né?
um dia sem palavras é como uma tortura... pois se elas, as palavras, nos aprisionam, as mesmas têm o dom inafiançável de igualmente nos salvar. cantadas, escritas, pensadas. sim, palavras nos libertam o tempo inteiro.
sinto-me aliviada por voltar a liberdade. e não se preocupe... o fluxo imaginário é incessante e durante todo este tempo foi armazenado e será, sim... selecionado e posteriormente, exposto! ^^

mas.. vamos ao que interessa?!
todo mundo comemorando férias, né?! ahh, férias é bom, sim... mas sempre me entediaram a partir do segundo dia. sinto falta da muvuca habitual, dos dias repletos, até das confusões corriqueiras... dá sempre uma ponta de vontade de não sair do ritmo. e eu tenho tentado... estágio em outra farmácia, dar continuidade aos experimentos no lab e tentar começar a escrever o projeto da mono (eu sei, ainda faltam dois anos, mas eu sofro de distúrbio de ansiedade, então...), estagiar em outra farmácia, quem sabe num hospital, estudar farmaco e imuno pro semestre que vem... 
é, sempre são um pouco diferentes das férias alheias, as minhas! rs
mas... eu gostaria de anunciar que... eu fiz algo em comum com alguém que acaba de entrar de férias: "arrumei" meu guarda-roupa hoje. e isso é programa de gente?! num sei, mas fiz! e o que tem de especial nisso?..



é que no meio da minha bagunça organizada, acabei encontrando um tubinho velho de cola maluca. já tava sequinho, acho que avaporou... mas me fez  lembrar! 
anos atrás, alguém na família andava sempre com um tubinho daqueles  no bolso. era impressionante... quem precisava ia logo pedindo a tal pessoa.
não sou personagem de clarice, mas isso me levou a um fluxo de consciencia prolongado... afinal, o que levaria alguém a andar sempre com aquilo no bolso?!

segurança. quebrou? cola!

não é preciso de reflexões profundas para enxergarmos que aquilo que repara aquilo que quebramos é o que todos procuramos (conscientemente ou não). diminui a culpa?! provável!
difícil convivermos com essa necessidade de arriscar quando a mesma acaba esbarrando em riscos que nos tornam arredios, covardes, vítimas de nossos próprios medos. medo de quebrar. e como somos frágeis física e emocionalmente... como somos FRÁGEIS.
por isso, ter algo que possa reparar se errarmos é sempre tão confortador. não é?!
deviam  inventar era cola de gente... e como somos frágeis, hein?!


ei, tio! por favor, me cola! =)

é sempre muito bom estar de  volta!
... por que hoje, metade de mim é caco, e a outra metade é remendo.

***