"era como se nada fosse voltar, e seu tudo fosse o "daqui pra frente"...
um tufão passou e não era mais possível habitar àquele lugar.
não haveria tempo para preencher malas com memórias... mesmo porque, a ventania havia se encarregado de levar a maioria, com a sua fúria. Esvaziasse-se do que pudesse.
levasse apenas o que, de fato, conseguisse carregar. Não havia espaço.
E viesse o mais rápido possível, antes que castrástofes maiores sucedessem àquela.
a regra mais importante era: não tente atravessar uma ponte que ficou para trás. É perigoso."
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